sexta-feira, 8 de abril de 2016

Anjos da Guarda, Espíritos Protetores, Familiares ou Simpáticos


 

Livro dos Espíritos - Allan Kardec

 
Conheça o trabalho de Régis Mesquita
       489. Há Espíritos que se ligam a um indivíduo em particular para o  proteger?                                                        
 
       — Sim, o irmão espiritual; é o que chamais o bom Espírito ou o bom gênio.
 
       490. Que se deve entender por anjo da guarda?
 
      — O Espírito protetor de uma ordem elevada.
 
      491. Qual a missão do Espírito protetor?
 
      — A de um pai para com os filhos: conduzir o seu protegido pelo bom caminho, ajudá-lo com os seus conselhos, consolá-lo nas suas aflições sustentar sua coragem nas provas da vida.
 
      492. O Espírito protetor é ligado ao indivíduo desde o seu nascimento?
 
      — Desde o nascimento até a morte, e freqüentemente o segue depois da morte, na vida espírita, e mesmo através de numerosas experiências corpóreas porque essas existências não são mais do que fases bem curtas da vida do Espírito.
 
      493. A missão do Espírito protetor é voluntária ou obrigatória?
 
      — O Espírito é obrigado a velar por vós porque aceitou essa tarefa mas pode escolher os seres que lhe são simpáticos. Para uns, isso é um prazer; para outros, uma missão ou um dever.
 
      493 – a) Ligando-se a um pessoa, o Espírito renuncia a proteger outros indivíduos?
 
      — Não, mas o faz de maneira mais geral.
 
     494. O Espírito protetor está fatalmente ligado ao ser que foi confiado à sua guarda?
 
     —Acontece freqüentemente que certos Espíritos deixam sua posição pura cumprir diversas missões, mas nesse caso são substituídos.
 
     495. O Espírito protetor abandona, às vezes, o protegido, quando este se mostra rebelde às suas advertências?
 
     — Afasta-se quando vê que os seus conselhos são inúteis e que é mais forte a vontade do protegido em submeter-se à influência dos Espíritos inferiores, mas não o abandona completamente e sempre se faz ouvir. É o homem quem lhe fecha os ouvidos. Ele volta, logo que chamado.
 
     Há uma doutrina que deveria converter os mais incrédulos, por seu encanto e por sua doçura: a dos anjos da guarda. Pensar que tendes sempre ao vosso lado seres que vos são superiores, que estão sempre ali para vos aconselhar, vos sustentar, vos ajudar a escalar a montanha escarpada do bem, que são amigos mais firmes e mais devotados que as mais íntimas ligações que se possam contrair na Terra, não é essa uma ideia bastante consoladora? Esses seres ali estão por ordem de seu Deus, que os colocou ao vosso lado; ali estão por seu amor, e cumprem junto a vos todos uma bela mas penosa missão. Sim, onde quer que estiverdes, vosso anjo estará convosco: nos cárceres, nos hospitais, nos antros do vício, na solidão, nada vos separa desse amigo que não podeis ver, mas do qual vossa alma recebe os mais doces impulsos e ouve os mais sábios conselhos.
 
     Ah!, por que não conheceis melhor esta verdade? Quantas vezes ela vos ajudaria nos momentos de crise; quantas vezes ela vos salvaria dos maus Espíritos! Mas no dia decisivo este anjo de bondade terá muitas vezes de vos dizer: “Não te avisei disso? E não afizeste! Não te mostrei o abismo? E nele te precipitaste! Não fiz soar na tua consciência a voz da verdade, e não seguiste os conselhos da mentira?”. Ah!, interpelai vossos anjos da guarda, estabelecei entre vós e eles essa terna intimidade que reina entre os melhores amigos! Não penseis em lhes ocultar nada, pois eles são os olhos de Deus e não os podeis enganar! Considerai o futuro; procurai avançar nesta vida, e vossas provas serão mais curtas, vossas existências mais felizes. Vamos, homens, coragem! Afastai para longe de vós, de uma vez por todas, preconceitos e segundas intenções! Entrai na nova via que se abre diante de vós, marchai,marchai! Tendes guias, segui-os; a meta não vos pode faltar porque essa meta é o próprio Deus.
 
      Aos que pensassem que é impossível a Espíritos verdadeiramente elevados se restringirem a uma tarefa tão laboriosa e de todos os instantes, diremos que influenciamos as vossas almas, embora estando a milhões de léguas de distância: para nós o espaço não existe, e mesmo vivendo em outro mundo os nossos Espíritos, conservam sua ligação convosco. Gozamos de faculdades que não podeis compreender, mas estais certos de que Deus não vos impôs uma tarefa acima de vossas forças, nem vos abandonou sozinhos sobre a Terra, sem amigos e sem amparo.
 
    Cada anjo da guarda tem o seu protegido e vela por ele como um pai vela pelo filho.  Sente-se feliz quando o vê no bom caminho; chora quando os seus conselhos são desprezados.
 
     Não temais fatigar-nos com as vossas perguntas; permanecei, pelo contrário, sempre em contato conosco: sereis então mais forte e mais felizes. São essas comunicações de cada homem com seu Espírito familiar que fazem médiuns a todos os homens, médiuns hoje ignorados, mas que mais tarde se manifestarão, derramando-se como um oceano sem bordas para fazer refluir a incredulidade e a ignorância. Homens instruídos, instruí; homens de talento, educai vossos irmãos. Não sabeis que a obra assim realizais: é a do Cristo, a que Deus vos impõe. Por que Deus vos concedeu a inteligência e a ciência, senão para as repartirdes com vossos irmãos, para os adiantar na senda da ventura e da eterna bem aventurança?
 
                                                                        São Luis, Santo Agostinho.
 
 
 Comentário de Kardec: A doutrina dos anjos da guarda, velando pelos protegidos apesar da distância que separa os mundos, nada tem que deva surpreender, pelo contrário, é grande e sublime.  Não vemos sobre a Terra um pai velar pelo filho, ainda que esteja distante, e ajuda-lo com seus conselhos através da correspondência?  Que haveria de admirar em que os Espíritos possam guiar, de um mundo ao outro, os que tomaram sob sua proteção, pois se, para eles, a distância que separa os mundos é menor que a que divide os continentes da Terra? Não dispõem eles do fluido universal que liga a todos os mundos e os torna solidários, veículo imenso da transmissão do pensamento, como o ar é para nós o veículo da transmissão do som?
 
       496. O Espírito que abandona o seu protegido, não mais lhe fazendo o bem, pode fazer-lhe mal?
 
     — Os bons Espíritos jamais fazem o mal; deixam que o façam os que lhes tomam o lugar, e então acusais a sorte pelas desgraças que vos oprimem, enquanto a falta é vossa.                  
 
     497. O Espírito protetor pode deixar o seu protegido à mercê de um Espírito que o quisesse mal?
 
     — Existe a união dos maus Espíritos para neutralizar a ação dos bons, mas, se o protegido quiser, dará toda força ao seu bom Espírito. Esse talvez encontre, em algum lugar, uma boa vontade a ser ajudada, e a aproveita, esperando o momento de voltar junto ao seu protegido.
 
Enviado pelo divulgador Régis Mesquita (Campinas/SP)

AMIGOS ESPIRITUAIS

A Providência divina manifesta-se incessantemente em todas as situações e lugares, proporcionando vasta gama de recursos, com vistas a proteção, ao futuro e ao progresso da criaturas.

Régis Mesquita

 

Este amparo acontece de infinitos modos ...
 
Um deles dá-se por intermédio de tutores espirituais, conhecidos no meio espírita pelo nome de guias espirituais ou amigos espirituais.
 
É grandiosa e sublime a doutrina dos guias espirituais, pois revela a providência, a bondade do criador para com seus filhos, provendo-os de meios para o aperfeiçoamento.
 
Para efeitos didáticos kardec classificou os guias espirituais em três categorias:
 
1- Espíritos protetores
 
2- Espíritos familiares
 
3- Espíritos simpáticos
 
O Espírito protetor, ou anjo guardião, é sempre um bom espírito, mais evoluido.
 
Trata-se de um orientador principal e superior. Sua missão assemelha-se de um pai com relação aos filhos: a de orientar o seu protegido pela senda do bem, auxilia-lo com seus conselhos, consolá-los em suas aflições, levantar-lhe o ânimo nas provas da vida.
 
Os espíritos protetores não constituem seres privilegiados, criados puros e perfeitos mas sim Espíritos que chegaram a meta, depois de terem percorrido a estrada do progresso.
 
A missão dos Espíritos protetores tem duração mais ou menos prolongada, pois estes acompanham o protegido desde o nascimento até a desencarnação, e muitas vezes durante várias existências corpóreas.
 
São almas que já trilharam as experiências de diferentes encarnações, as mesmas pelas quais estamos passando, e conquistaram, pelo próprio esforço, uma ordem elevada .
 
A atuação do protetor espiritual não é de intervenção absoluta, pois apesar de influir em nossa vontade, evita tomar decisões por nós e contra nosso livre arbítrio ...
 
Sofre quando erramos, embora esse sofrimento não seja revestido das mesmas paixões humanas, porque ele sabe que, mais cedo ou mais tarde, o seu tutelado voltará ao bom caminho.
 
Os Espíritos protetores, em realidade jamais abandonam seus protegidos, apenas se afastam ou "dão um tempo" quando esses não ouvem seus conselhos.
 
Espíritos protetores dedicam-se mais a orientação de uma pessoa em particular, não deixando, entretanto, de velar por outros indivíduos, emboram o façam com menos exclusividade. Exercem supervisão geral sobre nossas existência, tanto no aspecto intelectual, incluindo as questões de ordem material, quanto moral, emprestando ênfase a esta última, por ser a que tem preponderância em nosso futuro de seres imortais.
 
Desde que chamados, voltam para seus pupilos, a fim de auxiliá-los no recomeço.
 
Por isso atendemos ao conselho de Joana de Angelis: - Tome cuidado para que não se afaste psiquicamente do teu anjo guardião.
 
Ele jamais se aparta de seu protegido, mas este, por presunção ou ignorância rompe os laços de ligação emocional e mental, debandando-lhe da rota libertadora.
 
Quando erres e experimente a solidão refaze o passo busca-o pelo pensamento em oração , partindo de imediato para a ação edificante.
 
Momento chega, porém em que o aprendiz deixa de ser tutelado. Isso acontece quando o espírito atinge o ponto de guiar-se a si mesmo, estágio que por enquanto não se dá na Terra planeta de expiações e provas.
 
Espíritos familiares são orientadores secundários....
 
Embora menos evoluídos, igualmente querem o nosso bem.
 
Podem  ser  os Espíritos de nossos parentes, familiares ou amigos. Seu poder é limitado e sua missão é mais ou menos temporária junto ao protegido.
 
Ocupam-se com particularidades da vida intima do protegido e só atuam por ordem ou permissão dos Espíritos protetores, como por exemplo quando o socorrido está recalcitrante e não ouve os conselhos superiores, ou apresentam comportamento enigmático.
 
Nessa hipótese, o Espírito familiar por ter mais intimidade e vínculos sentimentais com o protegido, é aceito como colaborador, de modo a auxiliar na solução de problemas específicos. Podem por exemplo, influenciar na decisão de um casamento, nas atividades profissionais, ou mesmo na tomada de decisões importantes que envolvam o cumprimento da Lei de Causa e Efeito, conforme a necessidade do atendido...
 
Espíritos simpáticos: podem ser bons ou maus, conforme a natureza das nossas disposições íntimas. Ligam-se a nós por uma certa semelhança de gostos, de acordo com nossas inclinações pessoais. A duração de suas relações, que também são temporárias, se acha subordinada a determinadas circunstâncias, vinculadas a persistência dos desejos e do comportamento de cada um. Se simpatizam com nossas ideias, com nossos projetos, procuram nos ajudar e, muitas vezes, tomam nossas dores contra nosso adversários, situação em que não contam com beneplácito dos Espíritos protetores.
 
Em síntese...
 
Deus não nos atende pessoalmente, conforme nossos caprichos, mas por intermédio de suas leis imutáveis, e de seus mensageiros, isto é, Deus auxilia as criaturas por intermédio das criaturas.
 
O amigo espiritual comparece quando é invocado por meio de uma simples prece.
 
Ninguém está desamparado não existe parcialidade nem privilégio nas leis Divinas, ou seja, cada um recebe de acordo com seu merecimento de conformidade com seus esforços...
 
O processo, no qual te encontras engajado, é de evolução, resolve-te por avançar, sem as contramarchas tormentosas.
 
Ascendendo psiquicamente e harmonizando-se emocionalmente, far-te-ás respeitado pelos Espíritos perturbadores que, mesmo intentando molestar-te não encontrarão receptividade da tua parte.
 
Recorda-te por fim de Jesus.
 
Quem o encontrou, descobriu um tesouro luminoso, e, enriquecendo-se com Ele, jamais tropeçará em sombra e aflições.
 
Impregna-te dele, e sê feliz, sem mais controvérsia.
 
 
Joana de Angelis / Divaldo Franco
 
 
 
Centenas de textos Espíritas para estudo e reflexão:
 
 
 
Enviado pelo Divulgador Espírita Régis Mesquita (Campinas/SP)

segunda-feira, 4 de abril de 2016

ESCREEVERAM A BÍBLIA HOMENS INSPIRADOS POR ESPÍRITOS TIDOS COMO DEUS



Inspiração não é um ditado. E talvez seja melhor chama-la de intuição e “insights”, pois essas duas alternativas são ideias novas desconhecidas que nos vêm inesperadamente. 

José Reis Chaver


A inspiração ou intuição é de Deus, se ela chega a nós através de um espírito bom, santo, pois tudo que é bom, no fundo, vem de Deus. 

Mas não se trata de uma influência direta do próprio Deus sobre nós, mas de um espírito do bem, procedente de Deus. A Bíblia diz, pois, que um espírito é de Deus nesse sentido de ele ser do bem. “Não são todos eles anjos espíritos ministradores enviados para serviço, a favor dos que hão de herdar a salvação?” (Hebreus 1: 14). 

“Que o Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai a quem pertence a glória, vos dê um espírito de sabedoria, que o revele a vós e faça conhecer verdadeiramente.” (Efésios 1: 17). 

Esse texto, além de nos demonstrar que Jesus Cristo não é Deus mesmo, absoluto, demonstra-nos também que o espírito a ser enviado não é o Espírito Santo da Terceira Pessoa trinitária, que é tida por muitos como sendo o próprio Deus. 

E perguntamos qual dos dois Espíritos Santos é o Deus verdadeiro, o da Terceira  ou o da Primeira Pessoa trinitária? Ademais, fica evidente nessa passagem de Efésios que não se trata da Primeira nem da Terceira Pessoas trinitárias, mas apenas de um espírito de sabedoria. 

Aliás, como dizemos frequentemente nas matérias dessa coluna de O TEMPO, Paulo não conheceu o Espírito Santo da Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, que foi imaginado e criado, aos poucos, pelos teólogos, e que começou a ter uma existência mais oficial no Concílio Ecumênico de Constantinopla (381), o primeiro realizado nesta cidade.

E o apóstolo e evangelista são João chama-nos a atenção para que examinemos os espíritos, pois há espíritos de vários níveis enquanto estão encarnados, tentando, mentindo, atormentando e cometendo crimes, e que quando desencarnam, continuam na mesma, enganando e obsidiando as pessoas, principalmente as que foram seus inimigos nesta vida ou em outras anteriores. 

Atualmente, a passagem joanina a que estamos nos referindo está adulterada nos meios evangélicos para ocultar nela a presença claríssima de espíritos. E vamos, pois, apresentá-la na íntegra como ela está nas bíblias mais antigas: “Amados, não deis crédito a qualquer espírito: antes provai se os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora.” (1 João 4: 1). 

João demonstra-nos, também, que não é o Espírito Santo que se comunica, pois ele fala de espíritos no plural e não de que devamos constatar se se trata do Espírito Santo trinitário dogmático que, aliás, ele nem conheceu. 

E essa passagem demonstra-nos, ainda, que as profecias podem ser feitas também por espíritos através de profetas (médiuns) que os recebem. E mais, a leitura da continuação do texto, no versículo dois seguinte, mostra-nos que todo espírito que for de Deus, isto é, do bem, diz verdades, não negando, pois, que Jesus veio em carne, condenando assim os docetistas do seu tempo, que ensinavam que Jesus, só aparentemente, veio em carne. 

Esse ensino de João é muito importante, principalmente, para muitos cristãos das gerações futuras depois dele, que, ao receberem espíritos bons, ou que fingem ser bons, vêm pensando erradamente que os espíritos que recebem são o do próprio Deus! 

PS: Recomendo “O Nome de Deus é Misericórdia”, do Papa Francisco, Ed. Planeta, mfigueiredo@editoraplaneta.com.br

José Reis Chaves - Prof. de português e literatura aposentado formado na PUC Minas
Escritor e jornalista colunista do diário O TEMPO, de Belo Horizonte
Palestrante nacional e internacional espírita e de outras correntes
espiritualistas
Apresentador  do programa “Presença Espírita na Bíblia” da TV Mundo Maior
Participante do programa “O Consolador” da Rádio Boa Nova
Tradutor de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", de Kardec, para a
Editora Chico Xavier.
E autor dos livros, entre outros, "A Reencarnação na Bíblia e na
Ciência" e "A Face Oculta das Religiões", Editora EBM, SP, ambos
lançados também em inglês nos Estados Unidos.

Facebook: www.facebook.com/jreischaves
E-mail:  jreischaves@gmail.com
Site: www.josereischaves.com.br

Podem-se ler também as matérias da coluna de José Reis Chaves em O
TEMPO, de Belo Horizonte, no seu facebook e no site desse jornal:
www.otempo.com.br 
 

14º Encontro Amigos da Boa Nova - Rádio Boa Nova

No dia 21 de abril, quinta-feira, feriado, das 9h às 18h, será realizado o 14º Encontro Amigos da Boa Nova.


O evento que terá como tema central “Equilíbrio Espiritual – Uma Relação de Gratidão com o Planeta“, tem como objetivo abordar as questões que envolvem a sustentabilidade na natureza e com o ser humano, no cotidiano das pessoas e em sua forma de viver.

A que festa reúne cerca de 4 mil pessoas, dentre elas, colaboradores, ouvintes e comunicadores da RBN será realizada no espaço Prisma Eventos em Guarulhos.

Lugares

Neste ano as cadeiras não serão numeradas: Os convites serão vendidos por lotes. Garanta já o seu convite ligando no 11 2458-3214!

Os sócios do Clube Amigos da Boa Nova possuem um desconto especial.
Participe desta comemoração! 

Palestrantes e temas:



promagracao-site

Caravanas

Confira as caravanas que estão sendo organizadas:

1 – Caravana Chico Xavier – Sorocaba
Falar com Sônia Gutierrez
Ligue: (15)2104-9704/ (15) 99711-6506
Envie e-mail: caravanachicoxavier@gmail.com
P.S.: Quem ligar será de Sorocaba mesmo então não precisa anunciar o prefixo 15


2 – Caravana Amigos da Boa Nova – Vila Progresso Itaquera (Zona Leste)/SP
Falar com Lourdes
Ligue: (11) 2053-6624 / (11) 95842-8537
Sairá da Rua Corveta Jequitinhonha, 67, passando pela Av.Nordestina, Mercado Doce Preço e Bombeiros. Ponto de Encontro na Praça do Forró.

3 – Caravana Vale do Sapucaí Minas Gerais
Falar com José Roberto
Ligue: (35) 98879-3497
Envie e-mail: robertodias-j@hotmail.com
Sairá da cidade de Santa Rita do Sapucaí, passando pelo trevo de Pouso Alegre, cidades de Estiva, Cambuí, Camanducaia, Extrema e Rodovia Fernão Dias.


4 – Caravana Lanceiros de Maria – Sorocaba     
Sai do C.E. Paz Amor e Justiça – Bairro Vila Carvalho
Falar com Magnólia
Ligue: (15) – 4141-3470
E-mail: magguazelli@hotmail.com

5 – Caravana da Alegria – Parada de Taipas (Zona Norte)/SP
Falar com Roseli
Ligue: (11) 3441-7003 / (11) 9.9471-0228
Envie e-mail: roselineves10@yahoo.com.br
Sai do C.E. Reencontro – Vila Penteado/ Vila Cachoeirinha/ Santana


6 – Caravana de Santo Amaro
Zona Sul/SP
Falar com Cida
Ligue: (11) 5611-3445 / (11) 97198-9645
Envie e-mail: caravanacida@yahoo.com.br

7 – Caravana Juca Belmiro – São Sebastião do Paraíso/MG
Falar com José Borges Duarte
Ligue: (35) 3531-2658 / (35) 9195-1892 / (35) 8868-6261
Saída de São Sebastião do Paraíso diretamente para o local do evento.


8 – Caravana Céu Azul Anil Lindo – Zona Norte/ SP
Sai do Tietê – Falar com Angela Miglioranza
Ligue: (11) 96913-4776 / (11) 2808-1635

9 – Caravana Carruagem Dourada – Suzano e Mogi das Cruzes/SP
Falar com Vinícius ou Dona Mila
Contatos – Mogi das Cruzes: (11) 4790-1920 / Vinícius
Suzano: (11) 4636-7448 / Dona Mila
E-mail: vinlv22@hotmail.com
Sairá de Mogi daz Cruzes passando  em Mogi das Cruzes e Poá

Pontos de vendas

Arautos
Rua Fernandez Pinheiro, 298 – Tatuapé – São Paulo/SP
Horários e dias de atendimento:
Segunda-feira: 18h às 22h
Terça-feira: 09h30 às 22h
Quarta-feira: 09h30 às 19h
Quinta-feira: 08h às 19h
Sexta-feira não abre
Informações: (11) 2294-0485

Núcleo Assistencial Espírita Paz e Amor
Rua Isidro Tinoco, 53 – Tatuapé – São Paulo/SP
Horário e dias de atendimento:
Segunda a Sexta: 09h30 às 11h30 e 13h às 20h
Sábado: 13h às 17h
Domingo: 08h às 10h
Informações: (11) 2295-9349

Centro Espírita Nosso Lar – Unidade Vila Galvão
Rua Vicente Melro, 878 – Vila Galvão – Guarulhos/SP
Horários e dias de atendimento:
Segunda -feira: 18h às 20h
Terça-feira não abre
Quarta-feira: 14h às 16h30 e 18h às 20h
Quinta-feira: 14h30 às 17h
Sexta-feira: 18h às 20h
Sábado: 14h às 18h
Domingo: 9h às 11h e 17h às 19h
Informações: (11) 2485-8479

Centro Espírita Nosso Lar – Unidade Santana
Rua Duarte de Azevedo, 691 – Santana – São Paulo/SP
Horários e dias de atendimento:
Segunda a Sexta: 12h às 20h
Sábado: 14h às 18h
Domingo: 09h às 12h30
Informações: (11) 2950-5155

Fonte: Site www.radioboanova.com.br

terça-feira, 22 de março de 2016

MÉDIUNS RECEBEM ESPÍRITOS BONS QUE ELES PENSAM SER O DO PRÓPRIO DEUS

A mediunidade, hoje, é estudada em grandes universidades, e há até teses pós-graduação sobre ela:   http://psicografiaeprovajudicial.blogspot.com.br/

E é, principalmente, pela ignorância do povo judeu e da prática de comércio e charlatanice envolvendo-a, que Moisés proibiu sua prática em Deuteronômio capítulo 18. 



Kardec deixou claro que, quando ele dizia que uma pessoa era médium, ele queria dizer que ela possui um dom especial igual ao dos profetas bíblicos. E eles eram chamados também de videntes (1 Samuel 9: 9).  

Ademais, Joel e são Pedro profetizaram que, no futuro, todas as pessoas seriam profetas. E todo espírito é como se fosse uma extensão de Deus, daí a frase: “Derramarei de meu Espírito sobre toda carne.” “Vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos...” (Joel 2: 28; e Atos 2: 17 e 18).

A mediunidade está presente em pessoas de todas as religiões e até nas ateias. São Paulo a chama de dom espiritual, ou seja, dos nossos espíritos. Ela consiste no dom de os médiuns atraírem espíritos que se manifestam através deles. 

Porém, numa manobra inteligente, mas infeliz, pois anulou uma verdade bíblica, os teólogos do cristianismo abafaram esse dom da mediunidade, passando a ensinar que era o Espírito Santo da Terceira Pessoa trinitária que se manifesta e não um espírito humano bom (“bonus”), como diz são Jerônimo na Vulgata Latina. 

O Espírito Santo, Deus trinitário, foi criado por eles, principalmente, a partir do Concílio Ecumênico de Constantinopla (381). E ensinaram que só o papa e os bispos podiam recebê-lo, abafando, assim, o dom espiritual da mediunidade. 

Os poucos padres e bispos médiuns que recebiam espíritos bons acreditavam que fossem o Espírito Santo trinitário, mas ficavam confusos quando recebiam espíritos atrasados que não  podiam, pois, ser tidos como o Espírito de Deus. 

E passaram a chamar esses espíritos de demônios (“daimones”). Mas, como se diz, o tiro saiu pela culatra, pois demônios são almas humanas boas ou más! 

Mais tarde, os que tinham o dom de mediunidade, principalmente, se fossem mulheres, eram tidos como ‘endemoninhados’, bruxos e feiticeiros, e morriam nas fogueiras da Inquisição. Mas nada ficará oculto, ensinou o excelso Mestre. E, com o fim da Inquisição, a mediunidade vem avançando, como vimos, segundo as profecias de Joel e são Pedro.

 “Samuel profetizou até depois de morto.” (Eclesiástico 46: 20). Não foi, pois, o cadáver dele que profetizou, mas o espírito santo ou a alma santa dele, e através de um médium, sem o que não poderia haver a comunicação dele. Os protestantes e, principalmente, os evangélicos pentecostais e fundamentalistas vão dizer que o Eclesiástico é da Bíblia Católica da qual Lutero retirou sete livros, entre eles esse livro, apócrifo para eles. 

Mas a Bíblia Católica é muito mais confiável do que a de Lutero! 

Ademais, no Livro de Números 11: 24 a 30, Moisés não só reconhece como válida a recepção de espíritos que profetizavam pelos profetas encarnados ou médiuns Heldade e Medade, mas até os elogia! 

E nesse episódio, não é também o Espírito Santo dogmático da Terceira Pessoa trinitária que profetizava, pois os dois recebiam espíritos (no plural) e não o próprio Espírito de Deus (no singular) como ainda pensam muitos cristãos médiuns, quando recebem bons espíritos!

José Reis Chaves - Prof. de português e literatura aposentado formado na PUC MinasEscritor e jornalista colunista do diário O TEMPO, de Belo HorizontePalestrante nacional e internacional espírita e de outras correntesespiritualistasApresentador  do programa “Presença Espírita na Bíblia” da TV Mundo MaiorParticipante do programa “O Consolador” da Rádio Boa NovaTradutor de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", de Kardec, para aEditora Chico Xavier.E autor dos livros, entre outros, "A Reencarnação na Bíblia e naCiência" e "A Face Oculta das Religiões", Editora EBM, SP, amboslançados também em inglês nos Estados Unidos.


 PS: “Nos Passos do Mestre” nos cinemas, em 24-3-2016. Contato FEAL: Erika Silveira, (11) 2086-4360 - assessoria@feal.com.br


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Palingenesia na Bíblia - Por José Reis Chaves



O vocábulo palingenesia, em grego e em várias línguas, significa retorno à vida, viver de novo ou reencarnação. Recomendamos, pois, a consulta nos dicionários de português e outras línguas sobre essa palavra pouco difundida na cultura religiosa cristã, exatamente porque ela significa reencarnação.

No Novo Testamento, esse vocábulo aparece por duas vezes (Mateus 19: 28; e Tito 3: 5), mas ele foi traduzido erroneamente  por regeneração, com a intenção escandalosa dos tradutores de esconderem a ideia da reencarnação ou de novo nascimento carnal. 

José Reis Chaves - Foto: You tube


“O que é nascido da carne, é carne” (João 3: 6). Aliás, essa adulteração, por si própria, prova a realidade bíblica da reencarnação, que foi feita depois que os teólogos do Concílio Ecumênico de Constantinopla (553) condenaram essa doutrina. Até esse concílio, ela, com outros nomes, era aceita pela Igreja. 
(Mais detalhes em nosso livro “A Reencarnação na Bíblia e na Ciência”, editado também em inglês nos Estados Unidos). 

E lembramos que, de fato, a regeneração acontecerá, mas é exatamente depois de muitas palingenesias. Portanto, como diz o dito popular, “colocaram o carro na frente dos bois!”

E eis outro exemplo de traduções falsificadas, já bem conhecido também de muitos de meus leitores em O TEMPO: a troca da preposição “em mais o artigo a” (na) por “até mais à”. 

O texto correto é: “...Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos na terceira e quarta geração...” (Êxodo 20: 5), o que confere com a Vulgata Latina de são Jerônimo (início do quinto século), lê-se “in tertiam et in quartam generationem” (na terceira e quarta geração). 

O texto falsificado ficou assim: Deus zeloso, que visito iniquidade dos pais nos filhos “até à terceira e quarta gerações”, quando o correto já mencionado é: “Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos “na terceira e quarta gerações.” 

O espírito, frequentemente, reencarna nos seus descendentes familiares,  mas não necessariamente. E, na terceira e quarta gerações (dos netos e bisnetos), os avós e bisavós já desencarnam, e seus espíritos, já livres, podem reencarnar num de seus descendentes.  

Recomendo verificação desse texto nas Bíblias de 1930 para trás, quando  ele era traduzido ainda corretamente para o português. E foi exatamente por causa do avanço da reencarnação e do espiritismo, que essa passagem bíblica e outras foram adulteradas com o objetivo de ocultar as doutrinas espíritas bíblicas.

 E geração na Bíblia não é só de descendentes consanguíneos, mas também do espírito. Cada geração dele é uma reencarnação. O próprio exemplo, que acabamos de ver, demonstra-nos essa grande verdade não comentada pelos líderes religiosos que são contrários à reencarnação. 

Vejamos outros textos bíblicos: “Mas, a quem hei de comparar esta geração?” (São Mateus 11: 16); e “Faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.” (Êxodo 20: 6). 

Geração, nessas passagens, não é uma referência aos filhos, netos e bisnetos de alguém, mas às pessoas contemporâneas de Jesus, nas quais seus respectivos espíritos estavam reencarnados. 

Na última citação: “até mil gerações”, que importância haveria para uma pessoa que é a milésima descendente consanguínea de alguém? Trata-se mesmo, pois, da reencarnação coletiva daquele povo contemporâneo de Jesus.

Estudemos a Bíblia, mas sem a imposição das viseiras dos líderes religiosos contrários à palingenesia! 

Por José Reis Chaves - 
 
Prof. de português e literatura aposentado formado na PUC Minas
Escritor e jornalista colunista do diário O TEMPO, de Belo Horizonte
Palestrante nacional e internacional espírita e de outras correntes
espiritualistas
Apresentador  do programa “Presença Espírita na Bíblia” da TV Mundo Maior
Participante do programa “O Consolador” da Rádio Boa Nova
Tradutor de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", de Kardec, para a
Editora Chico Xavier.
E autor dos livros, entre outros, "A Reencarnação na Bíblia e na
Ciência" e "A Face Oculta das Religiões", Editora EBM, SP, ambos
lançados também em inglês nos Estados Unidos.